Enfermeiro Abner Richard

Coren / SP 537.332
Enfermeiro Dermatologista Especialista em procedimentos reparadores que envolvam cuidado com a pele: Queimaduras, Feridas, Ostomia e Úlceras
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Um pouco mais sobre mim

Seja Bem-vindo;

Meu Nome é Abner Richard, sou formado em Enfermagem pela Faculdade Anhanguera, em 2017. Com pós-graduação em Enfermagem Dermatológica pela Universidade Estácio de Sá; Especialista em Terapia de Fotobiomodulação (Laserterapia).

Atuante na área de Feridas e Estomias há mais de 4 anos.

Feridas crônicas
Quando o processo de cicatrização não ocorre da forma fisiologicamente esperada, demorando mais tempo do que o esperado. Geralmente, estão associadas a doenças pré-existentes, como diabetes e insuficiência venosa. São exemplos de feridas crônicas as lesões por pressão, feridas do pé diabético, feridas infectadas, úlceras varicosas, entre outras.

Em geral, podem ter a cicatrização complicada por processos infecciosos ou em decorrência de doenças pré-existentes.

 

Feridas agudas
Em geral, têm início e cura rápidos, podendo ser traumáticas ou cirúrgicas. Geralmente, a cicatrização ocorre dentro do período esperado e sem complicações.

A principal causa são traumatismos, mas também podem ser causadas por feridas térmicas, infecciosas, químicas, vasculares, alérgicas e radioativas.

As feridas podem, ainda, ser classificadas como:

 

– Superficiais: quando ocorrem na epiderme, derme ou hipoderme, como, por exemplo, lesões dermatológicas;

– Profundas: quando outras estruturas são atingidas, como músculos, articulações, cartilagens, tendões, ligamentos, ossos, órgãos cavitários, etc.

– Fechadas: quando a continuidade da pele e dos tecidos não é danificada;

– Abertas: quando ocorre a descontinuidade e rompimento da barreira de proteção da pele, aumentando os riscos de infecção;

– Simples: evoluem rapidamente para a cicatrização;

– Complexas: com evolução mais lenta e progressiva, têm maior tendência para cronicidade. Quando apresentam processo infeccioso (por estarem contaminadas, colonizadas ou infectadas), podem conter tecidos desvitalizados, exsudação abundante e odor característico.

O tratamento, tanto das feridas crônicas quanto das agudas, deve ser realizado a partir das orientações de um profissional da saúde, de forma individualizada e holística. Para isso, devem ser consideradas a evolução do quadro, as características físicas da ferida e o estado de saúde do paciente, de forma geral. O acompanhamento da equipe de enfermagem, principalmente do enfermeiro estomaterapeuta (especialista em feridas), é essencial, pois o tratamento de feridas está diretamente relacionado com a qualidade de vida do paciente, podendo influenciar fortemente no aumento da morbidade e mortalidade, principalmente de idosos.

Como ocorre o processo de cicatrização de uma lesão?
A cicatrização da pele não é uma fórmula pronta que sempre apresenta o mesmo resultado. Cada organismo reage de uma maneira ao tratamento, podendo, inclusive, ser influenciado por fatores externos. O tipo da lesão, a faixa etária do paciente, a existência de doenças crônicas, a utilização de terapia medicamentosa e o tratamento tópico adequado são alguns dos fatores que podem interferir na reepitelização (cicatrização) da pele.

Apesar dessas particularidades, é possível identificar três fases comuns nos processos de cicatrização que resultam na regeneração tecidual. Veja quais são elas:

FASE 1 – INFLAMATÓRIA
Tem como característica principal a presença do exsudato (secreção da lesão), que pode durar de um a quatro dias, variando de acordo com a extensão e natureza da lesão. Nessa fase acontece a liberação de mediadores químicos e a ativação do sistema de coagulação sanguínea, podendo haver edema, vermelhidão e dor.

FASE 2 – PROLIFERATIVA
É a fase da regeneração, que pode durar de 5 a 20 dias. Aqui ocorre a proliferação de fibroblastos, que dão origem ao processo chamado de “fibroplasia”. As células se proliferam, resultando em rica vascularização e infiltração de macrófagos. Somados, esses processos formam o tecido de granulação, parte essencial da cicatrização da pele.

FASE 3 – REPARO
Essa última fase pode durar meses. O tecido formado na fase anterior é remodelado e a densidade celular e a vascularização são diminuídas. Para aumentar a resistência do tecido e melhorar o aspecto da cicatriz, as fibras são realinhadas, o que altera progressivamente a tonalidade da cicatriz, passando do vermelho escuro ao tom rosa claro.

O tratamento, tanto das feridas crônicas quanto das agudas, deve ser realizado a partir das orientações de um profissional da saúde, de forma individualizada e holística. Para isso, devem ser consideradas a evolução do quadro, as características físicas da ferida e o estado de saúde do paciente, de forma geral. O acompanhamento da equipe de enfermagem, principalmente do enfermeiro estomaterapeuta (especialista em feridas), é essencial, pois o tratamento de feridas está diretamente relacionado com a qualidade de vida do paciente, podendo influenciar fortemente no aumento da morbidade e mortalidade, principalmente de idosos.

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Causas

Lesões de pele são interrupções da integridade cutâneo-mucosa que resultam no desequilíbrio da saúde, muitas vezes impedindo ou dificultando atividades básicas do dia a dia, como locomoção e convivência. As lesões de pele são organizadas em diversas classificações e, por isso, exigem tratamentos diferenciados.

Cicatrização

Elas podem ser agudas ou crônicas, demorando pouco ou muito tempo para cicatrizar, dependo de seu estado atual ou sua causa. Se ocorrerem infecções, as feridas podem se agravar, então é preciso ficar atento!

Tratamento

A cicatrização de uma ferida ocorre de forma natural, onde os tecidos lesionados vão se recompondo, até fechá-la por completo. Porém, em algumas situações, o corpo não cicatriza essa ferida tão facilmente, precisando de uma ajuda extra no processo.

Causas

Lesões de pele são interrupções da integridade cutâneo-mucosa que resultam no desequilíbrio da saúde, muitas vezes impedindo ou dificultando atividades básicas do dia a dia, como locomoção e convivência. As lesões de pele são organizadas em diversas classificações e, por isso, exigem tratamentos diferenciados.

Cicatrização

Elas podem ser agudas ou crônicas, demorando pouco ou muito tempo para cicatrizar, dependo de seu estado atual ou sua causa. Se ocorrerem infecções, as feridas podem se agravar, então é preciso ficar atento!

Tratamento

A cicatrização de uma ferida ocorre de forma natural, onde os tecidos lesionados vão se recompondo, até fechá-la por completo. Porém, em algumas situações, o corpo não cicatriza essa ferida tão facilmente, precisando de uma ajuda extra no processo.

Nossos Serviços

Conheça alguns de nossos serviços

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Atuação do Enfermeiro Dermatologista

Trabalho com procedimentos reparadores, que envolvem o cuidado com a pele e também em casos de pacientes queimados que apresentem feridas, ostomias, lesões ou úlceras.

Início Atendimento Individual, personalizado, humanizado e referenciado

Atendimento Individual, personalizado, humanizado e referenciado

Para garantir a excelência nos atendimentos, oferecemos condutas baseado em diagnóstico de causa, avaliação da ferida e/ou estomia e desejo do paciente.

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Patologias Atendidas

• Úlceras venosas, arteriais ou mistas
• Pé Diabético
• Complicações em feridas cirúrgicas
• Lesão por Pressão
• Feridas oncológicas
• Feridas traumáticas
• Queimaduras
• Tratamento com pressão negativa
• Laserterapia e Terapia de I.L.I.B.I

Início Tratamentos

Tratamentos

• Coberturas químicas avançadas
• Coberturas à base de fitoterápicos (Calêndula, Aloe Vera, Papaína, etc.)
• Terapia compressiva (bota de una, etc.)
• Antimicrobianos tópicos
• Desbridamento de Feridas
• Tratamento por pressão negativa portátil e não portátil
• Terapia Fotodinâmica (PDT – redução de agentes microbianos)
• Prevenção de lesão por pressão em pacientes acamados.

Início Perguntas Frequentes

Perguntas Frequentes

Lesão por pressão é um dano localizado na pele ou em tecidos moles, geralmente sobre uma prominência óssea. A Lesão ocorre cimo resultado da pressão intensa e/ou prolongada em combinação com o cisalhamento e fricção. Sendo classificadas em 4 estágios.

É um ferimento na perna ou no tornozelo causado por uma veia anormal ou danificado, proveniente de função venosa ou anormal.

Inchaço, dores e cansaço nas pernas. Normalmente uma erupção na pele, vermelha e irritada se desenvolve em uma ferida aberta.

É um tipo de ferida que surge na pele e que não melhora com o tempo, podendo até aumentar de tamanho ou ficar contaminada. Esse tipo de lesão é comum devido a diminuição de circulação de sague no local, o que faz com que o tecido não consiga cicatrizar sendo mais comuns na perna e nos pés.

A cicatrização tem dependências de fatores intrínsecos e extrínsecos de cada organismo, sendo alguns deles;

Doenças pré-existentes; nutrição; diagnóstico de causa; avaliação correta da ferida e desejos do paciente.

A pele tem a função de proteger nosso organismo contra patógenos externo, porém ao ser lesionada fica exposta a possíveis complicações. Dessa forma torna-se necessário promover o meio ideal para cicatrização, onde a maioria das vezes será necessário oclusão parcial ou total da ferida.

Lembrando que todos os materiais utilizados favorecem a cicatrização e a troca gasosa, mas ser usado de forma incorreta pode ser prejudicial.

Escara é um tecido morto que se apresenta com uma crosta preta de consistência dura e seca aderida no leito da ferida.

A laserterapia  ou terapia de fotobiomodulação de baixa potência quando aplicada sobre feridas cutâneas, é capaz de promover efeitos fisiológicos como: ação anti-inflamatória, neoantiogenese, proliferação epitelial e de fiblobastos, proliferação de colágeno, revascularização e cicatrização da ferida.

O profissional especialista vai permitir a triagem de informações necessárias para o tratamento adequado das diversas etiologias possíveis da ferida, visando custo e benefício ao paciente. Juntamente com a prescrição correta dos curativos necessários.

O que nossos clientes estão falando

Confira alguns depoimentos de nossos clientes

Eu sofri um acidente de moto em 19/07/2021 onde tive um trauma muito grande, quebrando joelho, Tibia, fíbula e rompendo tendões. Com a gravidade da lesão a perna necrosou e a solução mais apropriada seria a amputação principalmente pela exposição de osso. Tentamos também fazer enxerto, porém a vascularização não respondeu e precisou ser retirado. Decidi lutar até o fim e o Abner foi o único que acreditou na minha recuperação, onde usou todos os seus conhecimentos técnicos, toda sua dedicação, seu empenhou e hoje seis meses após acidente a lesão está praticamente fechada!! Agradeço primeiramente a Deus e depois ao Abner pois ele foi fundamental para essa recuperação!!

Jimmy Vieira Ribeiro
Ferida proveniente de trauma por acidente automobilístico

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